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Brasília, Domingo, 24 de Setembro de 2017
18 de setembro de 2014

Formação do profissional é tema central de palestra ministrada no segundo dia do IX Encontro

Postado por: Comunicação CFC


RP1 Comunicação – Amanda Carvalho

O Panaroma Global do Curso de Ciências Contábeis foi o tema da discussão que abriu o último dia do IX Encontro Nacional de Coordenadores e Professores do Curso de Ciências Contábeis, que ocorreu na sede do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), em Brasília, e reuniu docentes e coordenadores do curso de Ciências Contábeis. A palestra teve como objetivo discutir o currículo do curso de Ciências Contábeis e como isso pode afetar o profissional.

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Da esq. para a dir.: Fábio Moraes, Marisa Luciana Schvabe de de Morais, Ana Tércia Rodrigues, Edgard Cornacchione e Joseph Kisito

Fábio Moraes, representante do International Accounting Education Standards Board (Iaesb), órgão internacional dedicado à elaboração de normas de educação na área de contabilidade, afirmou que a instituição que ele representa é um dos pilares para o desenvolvimento da produção. “O nosso objetivo é reduzir as diferenças internacionais a fim de que haja profissionais da Contabilidade que trabalhe com uma mesma visão independente do país que esteja”, garantiu Fábio.

As Normas Internacionais de Contabilidade (IFRS, na sigla em inglês) constituem uma fonte de referência para as práticas contábeis mundiais. Pelo fato de representarem um conjunto de normas constantemente atualizadas com as exigências do mercado mundial, elas têm sido aceitas em diversos países. No caso do Brasil, as normas internacionais passaram a ser adotadas em 2008, conforme previsto pela Lei n.° 11.638/2007, também conhecida como Nova Lei das Sociedades Anonimas (SAs).

Outro ponto alto foi a participação do professor Edgard Cornacchione, que representou a Universidade de São Paulo (USP). Logo no início de sua fala, ele destacou, o que na sua visão, são os sete pecados na educação: professor falante, estudante passivo, materiais estáticos, instituição convencida, aula improvisada, prova regurgitativa e salas medievais.

Cornacchione acrescentou que o profissional da Contabilidade tem que pensar nas ações e produtos para a sociedade. Ele levanta também a necessidade de se pensar no profissional bem sucedido do futuro. “Sabemos quem foi o profissional bem-sucedido do passado, quem é o profissional bem-sucedido hoje e o amanhã? É necessário que se pense na formação desse profissional”, destacou.

A palestra foi coordenada por Ana Tércia Rodrigues, vice-presidente de Gestão do Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Sul (CRCRS).

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O ENCPCCC tem por objetivo aproximar o CFC da realidade das Instituições de Ensino Superior, discutir a qualidade do ensino e as tendências da profissão e debater os principais desafios dos cursos em Ciências Contábeis.


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