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Brasília, Terça Feira, 19 de Setembro de 2017
17 de setembro de 2015

Entrevista: presidente do Conselho Curador fala sobre os 41 anos da Fipecafi

Postado por: Comunicação CFC


Por Assessoria de Imprensa Fipecafi

O Prof. Dr. Edgard Cornacchione, Presidente do Conselho Curador da FIPECAFI (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras), em entrevista sobre as comemorações dos 41 anos da FIPECAFI, enfatizou o papel da inovação na área contábil.

“A pesquisa está no DNA da FIPECAFI”, afirmou.

A FIPECAFI iniciou suas atividades em uma sala de 12 metros quadrados nas dependências da FEA-USP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo). Hoje, a FIPECAFI encontra-se em sede própria, em um prédio de 12 andares, na Rua Maestro Cardim, no centro financeiro de São Paulo (SP) e próxima da estação Paraíso do Metrô.

Sua expansão resultou da excelência no ensino e pesquisa, além de iniciativas ousadas e visionárias como a da sua própria criação. Os livros produzidos pelos professores da FIPECAFI já venderam milhões de unidades e desde seu lançamento se constituíram em referências para estudantes e profissionais das áreas de contabilidade, finanças e atuarial.

O Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações é considerado a bíblia dos contadores. O mesmo ocorreu com o Manual de Contabilidade Societária, uma versão mais atualizada, de 2012.

A pesquisa é outra vertente que está na raiz da instituição e cada vez mais lhe rende frutos no ensino e em projetos.

Em um ano de transformações para a Fundação, com a escolha de novos conselheiros curadores e diretores, o Prof. Dr. Edgard Cornacchione lembra fatos históricos importantes e aponta a direção futura dentro do papel relevante que a instituição de ensino tem exercido, não só mudando os rumos da educação, prática e normatização contábil no Brasil, mas também no mundo.

Confira a seguir a entrevista com o Prof. Dr. Edgard Cornacchione, Presidente do Conselho Curador da FIPECAFI, Professor Titular da Universidade de São Paulo com formação em Contabilidade pela FEA/USP (bacharelado, mestrado, doutorado e livre-docência) e doutorado (Ph.D.) em Educação pela University of Illinois at Urbana-Champaign, além de certificações pela Harvard Business School e Singularity University/NASA. É pesquisador PQ1D do CNPq, membro do Conselho do IAAER, e condecorado com a Medalha Frederico Herrmann Jr. (CRC-SP)

A FIPECAFI completa 41 anos de Fundação. Quais os principais fatos na história da Fundação no período?

Prof. Dr. Edgard Cornacchione – Desde o início da minha carreira profissional estou envolvido com a FIPECAFI e confesso que tenho muitas memórias positivas a respeito dos feitos e fatos relacionados à Fundação. A história é repleta de pessoas, colaboradores, participantes que trazem junto de si mais do que a competência profissional e técnica, mas uma relação de amor pela Fundação. São atitudes positivas em busca pela excelência no ensino e pesquisa nas áreas de contabilidade, finanças e atuária. Podemos observar isso nos produtos que são tangíveis. Por exemplo: a grande quantidade de material bibliográfico e didático, fruto desses esforços. São milhões de livros vendidos. Notadamente, cada curso de Graduação em Contabilidade em todo o país tem em sua biblioteca a marca FIPECAFI. Além disso, ao longo dos anos, a relação com organizações foi se intensificando. Na área de contabilidade, finanças, auditoria e ciências atuariais, isso é muito importante, uma vez que é no ambiente das organizações, que encontramos a nossa possibilidade de fazer pesquisa, outro elemento fundamental para a Fundação. A pesquisa está no DNA da FIPECAFI. O contato com as organizações permite também avançar com parcerias que são extremamente importantes. São várias parcerias estabelecidas que funcionam como força motriz relevante para as atividades da Fundação.

A julgar pela trajetória feliz pela qual a FIPECAFI passou desde a sua Fundação até o momento atual, nós teremos uma oportunidade muito grande de exercer esse potencial que está reunido dentro da FIPECAFI para apoiar a nação, nossa economia, nossos profissionais, estudantes que se encaminham para essa área a alcançarem os seus ideais, os seus objetivos. A área de Finanças, Contabilidade, Atuária pode e deve ter papel extremamente proativo para os negócios. É difícil pensar em um negócio de sucesso que possa prescindir dessas características. Vejo um horizonte se abrindo diante da Fundação, a nossa FIPECAFI, para que as suas atividades, que já foram tão bem sucedidas até então, continuem e alcancem voos ainda mais altos.

Qual o papel da FIPECAFI na disseminação das normas contábeis internacionais e na atração de investimentos para o Brasil?

Prof. Dr. Edgard Cornacchione – A contabilidade – se feita de um maneira muito isolada ou particular – não permite a comparabilidade da companhia com congêneres de outros países. Os leitores dessas informações contábeis não sabem exatamente o que estão comparando. O advento de uma iniciativa global, de harmonização, é muito positivo. Vivemos há quase 10 anos no Brasil, o advento das normas internacionais de contabilidade, as chamadas IFRS (International Financial Reporting Standards). Essas normas colocam o Brasil em um ponto de destaque, até pela sua história de adoção. Como somos uma economia grande, uma economia com muitos participantes, o processo de capacitação técnica desse grupo envolvido com as normas é desafiador até hoje. Grupos técnicos discutem o processo de adoção e como as nações suplantaram esses desafios. Uma nação pequena como a Nova Zelândia, com 4,5 milhões de pessoas, representa um tipo de desafio. Em uma nação como a nossa, com 200 milhões de habitantes, o desafio que se coloca é muito grande. A FIPECAFI esteve sempre, em sua história, no limiar das discussões de contabilidade, até pela sua proximidade e intimidade com o Departamento de Contabilidade e Atuária da FEA-USP. O que presenciamos hoje, é que nesse processo de adoção das IFRS, a FIPECAFI continuou prestando seus serviços e atividades de forma inovadora e levando esse benefício para a sociedade.

O exemplo mais gratificante, e com o qual tenho envolvimento, é o convênio firmado com o IBRACON (Instituto dos Auditores Independentes do Brasil) e o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). O objetivo do programa foi alcançar 1.200 cursos de graduação existentes em nosso País, de dimensões continentais, com adoção de tecnologia, na sua modalidade de entrega educacional, e pelo menos um docente em cada programa.

Nós estávamos com esse alvo de 1.200 pessoas para serem treinadas com uma matéria nova, com um conteúdo novo, desenvolvido pela Fundação, em um intervalo de tempo curto. Esse é o tipo de desafio que motiva a FIPECAFI. Não nos estimula tanto fazer as coisas que são simples, mas sim as coisas desafiadoras! É uma grata satisfação poder dizer que, após os anos de desenvolvimento desse projeto, mais de 6 mil profissionais foram atingidos com um nível de qualidade que é referência para o mundo todo.

Os casos empresariais de sucesso e também de insucesso são discutidos nos cursos da FIPECAFI e isso ajuda a fundamentar sugestões de melhores práticas de contabilidade, finanças e auditoria. Além dos casos de empresas nacionais, há discussões sobre cases internacionais. A FIPECAFI tende agora a passar para um processo de internacionalização a exemplo do convênio com o Banco Interamericano de Desenvolvimento? 

Prof. Dr. Edgard Cornacchione – O Brasil é hoje um player internacional. Somos uma economia muito mais aberta do que no passado. Como é uma linguagem de negócios, a Contabilidade não pode ficar distante disso. A contabilidade deve permitir aos usuários comparabilidade internacional. Está havendo um salto qualitativo, do ponto de vista das soluções que aqui são dadas. Temos hoje representantes do Brasil nos órgãos internacionais da nossa profissão que nos enchem de orgulho.

Temos, hoje, colegas da Fundação que se debruçam sobre aspectos mais técnicos e que fazem contribuições importantes para o desenvolvimento das próprias normas, não apenas dentro do ambiente brasileiro, mas no internacional. O que diria é que, de novo, dentro do DNA da Fundação está essa questão da inovação. No aspecto de mercado financeiro e de capitais, essa questão da inovação é ainda mais importante, dada a característica brasileira.

Como a FIPECAFI colabora para o desenvolvimento das normas contábeis? 

Prof. Dr. Edgard Cornacchione – A FIPECAFI desempenha, historicamente, papel muito significativo na área contábil. E é simples de observarmos fatos que exemplificam isso nesses 41 anos. Recentemente, com o advento das normas internacionais (IFRS), houve a constituição do CPC (Comitê de Pronunciamentos Contábeis) com participação ativa da FIPECAFI.  A Fundação tem um papel fundamental na construção de normas, na proposição de reflexão e discussões. Para nós, é uma responsabilidade enorme, ao mesmo tempo que é uma grata satisfação, poder atuar nesse tipo de intervenção no Brasil e no exterior. A Fundação tem papel claro de diálogo técnico por meio de seus docentes e colaboradores. Só para citar um exemplo, foram vários professores de fora do País que já tive a grata satisfação de convidar para atuarem aqui no Brasil, por períodos curtos, mas com resultados brilhantes, motivando a reflexão em nossa área e fazendo com que a Fundação seja ainda mais reconhecida e se mantenha sempre presente nas mais avançadas discussões de contabilidade.

Quais são os diferenciais da Faculdade de contabilidade da FIPECAFI?

Prof. Dr. Edgard Cornacchione – A Faculdade FIPECAFI é um projeto importante para a Fundação, pois pelo ensino conseguimos aglutinar múltiplas ações. Normalmente, o público reconhece na fundação a sua participação em cursos de pós-graduação, em cursos de destaque, aprimoramento profissional, educação continuada, mas é na Faculdade que realmente formamos aquele profissional. O DNA da FIPECAFI foi colocado dentro de um desenho curricular muito diferenciado e que teve o início com a Graduação em tempo integral.

Curso único de Graduação em Contabilidade em tempo integral no País para a área de contabilidade e com uma série de atividades e disciplinas que atacam os pontos que são destacados pela literatura internacional na formação do profissional de contabilidade. Muito se ouve de que há um hiato entre o que o mercado demanda e a universidade/faculdade oferece. No desenho desse programa, a FIPECAFI procurou atacar pontos como aspectos de comunicação e habilidades interpessoais, que teoricamente são tidos como acessórios, mas o mercado não considera assim. Acabamos colocando como algo importante do nosso currículo. A Faculdade conta com um corpo docente, discente e funcional muito dedicado e de destaque.

O que notamos é que depois dos primeiros anos de existência, hoje vemos um horizonte de expansão na Faculdade FIPECAFI muito importante. Há programas que acolhem os que buscam uma segunda formação de nível superior e em Contabilidade. É a chamada graduação para graduados. Por exemplo, um advogado que quer estudar contabilidade e faz a graduação em período menor na Faculdade FIPECAFI, assim como para um engenheiro que busca uma formação complementar. São profissionais que buscam a sua segunda formação em Faculdade de referência. É uma iniciativa arrojada e bastante inovadora no âmbito de graduação. Em termos de pós-graduação, além de toda a coleção de cursos de especialização e MBAs, a FIPECAFI procurou se organizar para oferecer seu Mestrado Profissional. Um programa desenhado com o DNA da FIPECAFI, alinhado com as diretrizes do MEC, do mercado e sua região de atuação. Uma grande novidade que será, certamente, um enorme sucesso, por sua qualidade.

Como está o desenvolvimento da área de ensino a distância na FIPECAFI? 

Prof. Dr. Edgard Cornacchione – Iniciativas da FIPECAFI na área de ensino a distância remontam o ano de 1998. Estive ligado ao início dessas discussões. Em 1998, a Fundação ofereceu treinamento baseado em videoconferência por satélite. Eram salas particulares, próprias e canais de satélite. Para aquele momento, foi um desafio, pois estamos falando de tecnologia disponível em 1998 (apenas três anos após o início da internet comercial no país). Os professores realmente se debruçaram para desenvolver materiais e soluções inovadoras. Os programas foram evoluindo, oferecendo melhorias na qualidade do próprio ensino presencial, pois são desenvolvidos materiais ainda mais sofisticados, pensando-se na modalidade não presencial e que podem ser aproveitados na modalidade presencial.

Ao longo do tempo, avançando no relógio, em 2005, fizemos uma proposta para que se desenhasse uma unidade de negócio de eLearning (ensino a distância) dentro da Fundação. Tive colaboração da Profa. Dra. Silvia Casa Nova, da então minha orientada, Maria Rosa Trombetta, e apoio do então presidente, Prof. Dr. Iran Siqueira Lima. O que presenciamos hoje, é que após esses anos todos, na área de eLearning, a Fundação passou a ser ainda mais conhecida dentro e fora do País. Hoje nós temos estudantes que participam de nossos programas e cursos nas diversas modalidades e sobre os diversos conteúdos, sem necessariamente estarem presencialmente no edifício da sede da FIPECAFI. É gratificante, pois levamos o conhecimento, abrimos a discussão com qualidade e atingimos um público muito maior.

Quais as principais características de alunos de ensino a distância?

Prof. Dr. Edgard Cornacchione – O ensino a distância nos força – docentes, discentes e colaboradores – a pensar num paradigma diferente. Uma das competências que será ainda mais demandada proximamente, de qualquer profissional, é a busca constante pela atualização, ou seja, de se desenvolver por conta própria e com qualidade. Então, fazer uma modalidade de educação não presencial a distância requer de todos os envolvidos, mas principalmente do participante, uma responsabilidade, comprometimento e a característica de que há um papel ativo a desempenhar. Caso contrário, corre-se o risco de baixo aproveitamento. Não são muitos aqueles que já estão plenamente preparados! Felizmente, na Fundação, podemos dizer que esse cuidado é tomado. Para cada novo estudante, há um período de adaptação e discussão muito ampla e clara sobre seus atributos e responsabilidades e de quão importante é o seu papel ativo para o êxito de um programa como esse. Em um futuro próximo, cada vez mais essa competência será um divisor de águas para o profissional. Terá uma condição mais preocupante no desempenho profissional aquele que não tiver a capacidade de buscar seu desenvolvimento, com apoio de tecnologias, parceiros e instituição de ensino. A educação é essencial, esse é ponto-chave para a Faculdade FIPECAFI.

O Sistema Público de Escrituração Digital avança em direção a criar um “Big Brother” das empresas e avanços na fiscalização contábil por parte do governo. Como esse avanço tecnológico deve impactar na profissão dos executivos de atuária, finanças e contabilidade?

Prof. Dr. Edgard Cornacchione – Para olharmos para o futuro, vejo que tecnologia e negócios precisam ser pauta natural de qualquer área do conhecimento humano que se volte para mercado ou sociedade. E contabilidade se volta para o mercado e sociedade. Na realidade, tudo se resume em confiança. O papel da contabilidade é de confiança entre as partes. Não consigo falar em confiança hoje se não atuar com sabedoria e proximidade junto à tecnologia. Na época da fundação da FIPECAFI, há 41 anos, no início da década de 1970, como é que fazíamos para conseguir um saldo da conta bancária? Os processos eram lentos. Com o passar do tempo, com o avanço da computação e outras linguagens de tecnologia, as tarefas foram se estruturando e são cada vez mais delegadas aos recursos computacionais. Isso deixa o profissional de contabilidade com a capacidade produtiva para pensar negócios, para ajudar o processo de desenho de novos negócios, comunicação e estratégia. Quando você conversa com pesquisadores da área de contabilidade, é muito comum ouvir o seguinte: o contador tem que estar nas reuniões com a presidência, com a diretoria, e ajudar a construir os negócios.

A lista das 40 principais empresas que conseguiram alcançar US$ 1 bilhão em “valuation” em um ano ou dois de existência é completamente distinta daquelas que habitavam os livros de contabilidade que usávamos há 41 anos. Os negócios estão em transformação e o profissional precisa estar atualizado.

Hoje, por exemplo, um atributo de um profissional de contabilidade não é mais a caligrafia – como foi no passado – e temos que viver bem com isso. As instituições de ensino se não estiverem atentas ao dinamismo do mundo dos negócios e aspectos de tecnologia correm sério risco de sobrevivência. A pergunta é interessante, pois nos provoca uma reflexão do que será o futuro, e é sempre uma aposta. Eu posso ser mais ou menos conservador, porém sabemos qual é o risco.

Quais os princípios norteadores para o futuro da Fundação? 

Prof. Dr. Edgard Cornacchione – A FIPECAFI passa por um processo de transformação e esses 41 anos que vivemos, espero que possam ser prolongados ainda mais, sempre assumindo duas coisas fundamentais: o compromisso com o apoio ao Departamento de Contabilidade e Atuária da FEA-USP e o desafio de se manter relevante no limiar das discussões da área de contabilidade, finanças e atuária. Com essas duas visões, temos condições de traçar uma perspectiva futura extremamente favorável, de expansão das atividades e de alcance da sociedade. E como fica o contador no futuro? Uma preocupação que temos apresentado junto aos organismos contábeis internacionais, ao Conselho Federal de Contabilidade, aqui no Brasil, e outras organizações da área no Brasil e no exterior, é justamente de levar essa mensagem de como o profissional da área pode se beneficiar dessa dinâmica social que vivemos, incluindo tecnologia, e fazer com que suas atividades e funções sejam ainda mais valorizadas pela sociedade. Esse é o grande desafio. Sou um apaixonado por contabilidade, respeito muito essa área profissional. Não gostaria de ver a área sofrendo por uma falta de planejamento ou por um viés na orientação de seu desenvolvimento. A história nos apresenta exemplos desta natureza. Já foi o tempo que o indivíduo que estudava um determinado número de horas, recebia a sua licença profissional e estava tranquilo. Já foi esse tempo. O tempo hoje é que cada vez mais o profissional será demandado pela sociedade para dizer o que não está escrito, o que não é conhecido. Não vou ao médico para saber o que o Google ou a Enciclopédia me informa. Vou ao médico, a quem eu confio, para obter diagnóstico sobre algo complexo, e que me dê um horizonte de solução, na expectativa que sua visão crítica e experiência possam atuar de forma única e especial em relação ao problema apresentado. Aquilo que é estruturado, é conhecido, é matéria dada. A tecnologia vai cada vez mais ajudar na busca de informações para a tomada de decisões. O profissional de destaque, com proposta de valor diferenciada, é o preocupado com sua formação profissional, sua capacidade crítica, com o seu desenvolvimento ao longo do tempo e com expansão de seus horizontes. Não posso ter dificuldade, enquanto profissional dessa área, de encontrar relações entre variáveis, que em um primeiro momento parecem não ter nada em comum. A área de contabilidade, finanças e atuária é extremamente pujante. Os profissionais têm a competência e habilidade para lidar com a relação intrínseca entre as variáveis de negócios. Portanto, está em nossas mãos abraçar essa oportunidade que se coloca diante de nós e levarmos adiante as atividades profissionais por meio de educação, desenvolvimento, capacidade de articulação e negócios para alcançar os resultados que estão nos esperando e serão por nós gerados.

 


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